Começou com derrota a segunda campanha tricolor na Série D do Campeonato Brasileiro. Na tarde deste domingo, os alagoanos do CSA/AL apostaram na retranca e venceram o Santa Cruz por 1 x 0. Decepção para os quase 20 mil torcedores presentes no Arruda. Agora, de acordo com os discursos dos próprios jogadores do time coral, o time vai precisar recuperar os pontos perdidos em casa, jogando em Mossoró, contra o Potiguar.
Se o adversário era o mesmo da vitoriosa estreia por 3 x 0 do ano passado, desta vez, o CSA/AL deu o troco, vencendo por 1 x 0. Pelo que mostraram em campo, ficou claro que os alagoanos vieram ao Recife com o objetivo de buscar o empate. Por opção do técnico Lino, o azulão jogou com o veterano Catanha isolado no ataque. Ainda assim, o Santa Cruz tinha espaço no meio de campo para trocar passes. Mas, provavelmente pela ansiedade dos jogadores, os pernambucanos não conseguiam chegar com objetividade ao ataque.
Se o adversário era o mesmo da vitoriosa estreia por 3 x 0 do ano passado, desta vez, o CSA/AL deu o troco, vencendo por 1 x 0. Pelo que mostraram em campo, ficou claro que os alagoanos vieram ao Recife com o objetivo de buscar o empate. Por opção do técnico Lino, o azulão jogou com o veterano Catanha isolado no ataque. Ainda assim, o Santa Cruz tinha espaço no meio de campo para trocar passes. Mas, provavelmente pela ansiedade dos jogadores, os pernambucanos não conseguiam chegar com objetividade ao ataque.
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| Ataque desperdiçou chances e zaga não conseguiu evitar o gol adversário |
A partir dos 25 minutos da primeira etapa, quando os meias Jackson e Victor Hugo começaram a ser mais acionados, o Santa Cruz cresceu na partida. Tanto que a melhor chance surgiu de uma jogada individual da promessa coral, que driblou o zagueiro La Bamba dentro da grande área e tocou para Brasão, que isolou depois de a bola quicar no gramado.
No final da primeira etapa, o atacante Catanha recebeu bola enfiada e dividiu com Tutti, acertando a cabeça do goleiro coral. O lance gerou muitos protestos e discussões, mas por displicência do árbitro Jailson Macedo de Freitas nenhum cartão vermelho foi mostrado. Mas, por conta da pancada, o camisa 1 do Santa Cruz precisou ser substituído por Darci.
Segundo tempoA etapa final começou da maneira como terminou a primeira. Victor Hugo driblou o marcador e cruzou da direita para Jackson, que finalizou com perigo. Mas, por pouco, não foram os alagoanos que abriram o placar. Aos seis minutos, Celso recebeu lançamento nas costas de Paulo César e cruzou nos pés de Catanha, que mandou de canela para escanteio.
O susto gerou impaciência ao torcedor, que começou a cobrar substituições. Sobrou para o atacante Jadilson, que pouco tinha feito no jogo. Em seu lugar, entrou Gilberto, que no primeiro lance chutou de longe e acertou a trave do goleiro Anderson.
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| Meia Victor Hugo deu assistências, mas Brasão, Gilberto e Jadílson não estavam inspirados |
Na busca quase desesperada pela vitória na estreia, o Santa Cruz sofreu um contra-ataque depois de cobrança de escanteio. O atacante Wilson lançou Felipe Heleno na direita, que tocou de primeira para Everlan, que mandou para o gol na saída de Darci.
Apito final e vaias. Não somente pela apresentação abaixo da média. Vaias, principalmente, pela perspectiva gerada pela derrota.
FICHA TÉCNICA
Santa Cruz
Tutti (Darci); Osmar, Luiz Eduardo, Menezes e Paulo César; Evandro (Elvis), Dedé, Jackson e Victor Hugo; Brasão e Jadilson (Gilberto). Técnico: Dado Cavalcanti.
CSA
Anderson; Celso (Felipe Heleno), La Bamba, Sinval e Paulinho; Anderson, Serginho, Lau e Everlan; Catanha (Wilson) e Alisson (Madson). Técnico: Lino.
Árbitro: Jailson Macedo de Freitas (BA). Assistentes: Griselildo de Souza Dantas (PB) e Marcio Freire Lopes (PB). Gol: Everlan (C). Cartões amarelos: Osmar (S), Evandro, Jackson, Luiz Eduardo e Menezes (SC); Anderson, Sinval, Catanha, Serginho, Wilson, La Bamba e Madson (C).Público: 19.706. Renda: R$ 179.450,00
FONTE:SUPER ESPORTES


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