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O Náutico voltou a decepcionar em casa, sendo derrotado agora pelo São Caetano por 2 x 1. O Timbu apresentou um futebol sem objetividade e de mmuita dificuldade na criação. O gol alvirrubro só saiu, mais uma vez, de bola parada, com Giovanni cobrando falta. Revoltada, a torcida protestou bastante contra o time e o técnico Alexandre Gallo.
Foi a segunda derrota sofrida pelo Náutico no estádio dos Aflitos neste Brasileiro da Série B. A primeira havia sido contra o Duque de Caxias. A situação do Timbu se complicada cada vez mais. Nos últimos seis jogos, foram cinco derrotas e apenas uma vitória, sofrida, sobre o Figueirense.
Mesmo sem poder contar com o zagueiro Wescley, vetade antes da partida, o técnico Alexandre Gallo não abriu mão do esquema 3-5-2. Ele colocou César Prates para atuar como homem da sobra da zaga e o volante Márcio Tinga na ala direita. A formação não teve o mesmo efeito que na partida do Figueirense e isso se deveu à atuação, principalmente, dos alas, Zé Carlos e Tinga, que não ajudavam na marcação na frente nem apoiavam o meio-campo e o ataque.
Visivelmente postado para atuar no contra-ataque, o São Caetano tentava se valer da qualidade ofensiva do time. Aílton, ex-Náutico, assumiu o papel de organizador do meio-campo, enquanto os atacantes Pedrão e Eduardo incomodavam a zaga alvirrubra. Faltou às duas equipes, porém, um passe mais apurado. Os diversos erros tornaram o jogo bastante truncado até a metade do primeiro tempo.
Quando o Timbu começava a se soltar, tentando alguns ataques, mais uma vez o setor defensivo deixou a desejar. AOs 31 minutos, numa falta alçada na área, Glédson não saiu, mas defendeu o primeiro chute. No rebote, porém, Eduardo finalizou para abrir o placar. Na base da vontade, o Náutico correu atrás e chegou ao empate pouco tempo depois. Aos 35, Joelson sofreu falta na entrada da área. Giovanni cobrou com perfeição e deixou tudo igual, 1 x 1.
Era a hora do Náutico colocar a bola no chão e partir para a virada. Mas não foi o que aconteceu. Aos 42 minutos, num contra-ataque rápido, em que a defesa alvirrubra ficou no mano-a-mano com o ataque do Azulão, a bola chegou a Aílton que, de frente para o gol, mandou um chute no ângulo, sem defesa para Glédson.
Na volta para o segundo tempo o Náutico mudou justamente naquilo que vinha sendo o principal ponto negativo, os alas. Sem render o esperado, saíram Zé Carlos e Márcio Tinga para as entradas de Jeff Silva e Thiaguinho, atacante que ficou posicionado na ponta direita.
Na base da empolgação, o Náutico tentou buscar o empate, enquanto o São Caetano manteve a postura de esperar o Timbu para sair no contra-ataque. Assim, a equipe alvirrubra tentou sufocar o adversário, mas pecava na falta de qualidade dos jogadores. Foi um verdadeiro bombardeio, sem que ninguém conseguisse colocar a bola para dentro do gol.
Conforme o tempo passava, o desespero, tão corriqueiro em outros momentos, voltou a afligir os alvirrubros, que pareciam não saber o que fazer com a bola. Quando não erravam os passes, recorriam às bolas alçadas na área, que os defensores do São Caetano se deram melhor em praticamente todas as oportunidades. E foi assim até os minutos finais, quando já não havia mais força para lutar.
Foi a segunda derrota sofrida pelo Náutico no estádio dos Aflitos neste Brasileiro da Série B. A primeira havia sido contra o Duque de Caxias. A situação do Timbu se complicada cada vez mais. Nos últimos seis jogos, foram cinco derrotas e apenas uma vitória, sofrida, sobre o Figueirense.
Mesmo sem poder contar com o zagueiro Wescley, vetade antes da partida, o técnico Alexandre Gallo não abriu mão do esquema 3-5-2. Ele colocou César Prates para atuar como homem da sobra da zaga e o volante Márcio Tinga na ala direita. A formação não teve o mesmo efeito que na partida do Figueirense e isso se deveu à atuação, principalmente, dos alas, Zé Carlos e Tinga, que não ajudavam na marcação na frente nem apoiavam o meio-campo e o ataque.
Visivelmente postado para atuar no contra-ataque, o São Caetano tentava se valer da qualidade ofensiva do time. Aílton, ex-Náutico, assumiu o papel de organizador do meio-campo, enquanto os atacantes Pedrão e Eduardo incomodavam a zaga alvirrubra. Faltou às duas equipes, porém, um passe mais apurado. Os diversos erros tornaram o jogo bastante truncado até a metade do primeiro tempo.
Quando o Timbu começava a se soltar, tentando alguns ataques, mais uma vez o setor defensivo deixou a desejar. AOs 31 minutos, numa falta alçada na área, Glédson não saiu, mas defendeu o primeiro chute. No rebote, porém, Eduardo finalizou para abrir o placar. Na base da vontade, o Náutico correu atrás e chegou ao empate pouco tempo depois. Aos 35, Joelson sofreu falta na entrada da área. Giovanni cobrou com perfeição e deixou tudo igual, 1 x 1.
Era a hora do Náutico colocar a bola no chão e partir para a virada. Mas não foi o que aconteceu. Aos 42 minutos, num contra-ataque rápido, em que a defesa alvirrubra ficou no mano-a-mano com o ataque do Azulão, a bola chegou a Aílton que, de frente para o gol, mandou um chute no ângulo, sem defesa para Glédson.
Na volta para o segundo tempo o Náutico mudou justamente naquilo que vinha sendo o principal ponto negativo, os alas. Sem render o esperado, saíram Zé Carlos e Márcio Tinga para as entradas de Jeff Silva e Thiaguinho, atacante que ficou posicionado na ponta direita.
Na base da empolgação, o Náutico tentou buscar o empate, enquanto o São Caetano manteve a postura de esperar o Timbu para sair no contra-ataque. Assim, a equipe alvirrubra tentou sufocar o adversário, mas pecava na falta de qualidade dos jogadores. Foi um verdadeiro bombardeio, sem que ninguém conseguisse colocar a bola para dentro do gol.
Conforme o tempo passava, o desespero, tão corriqueiro em outros momentos, voltou a afligir os alvirrubros, que pareciam não saber o que fazer com a bola. Quando não erravam os passes, recorriam às bolas alçadas na área, que os defensores do São Caetano se deram melhor em praticamente todas as oportunidades. E foi assim até os minutos finais, quando já não havia mais força para lutar.

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