Bola na Trave Pernambuco

COPA DE 2014

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Salgueiro irá voltar a jogar em Salgueiro contra o Sport


E o Carcará voará de volta para o Sertão. Na expectativa de usar a sua casa como mais um forte aliado para lutar na briga contra o rebaixamento, a diretoria do Salgueiro se movimentou para apressar o retorno do time para casa e o clube sertanejo voltará mais cedo para o Cornélio de Barros, em Salgueiro. O prefeito da cidade, Marcones Libório, interveio pessoalmente junto a Odebrecht (construtora que está ampliando o estádio) e a empresa irá acelerar o processo de reforma para a ampliação das arquibancadas. Assim, o time comandado por Maurício Simões voltará para casa no próximo mês de outubro.

O retorno do Carcará para o Sertão está marcado para o dia 9 de outubro, sendo o primeiro duelo no dia 18 do mesmo mês, contra o Sport. O processo de retorno foi antecipado a pedido do presidente do Carcará, Clebel Souza, que comemorou a resposta positiva do governo. "Temos a data para o retorno estipulada para o início de outubro e temos muito a comemorar com isso. Agradecemos o apoio de Paulista, mas a cidade de Salgueiro será mais uma arma para o nosso time", disse Clebel Souza.

Adotado pela cidade do Paulista, na Região Metropolitana do Recife, o Salgueiro já tem data para se despedir do Grande Recife e voltar para o Sertão pernambucano: o último jogo no Grande Recife será no dia 7 de outubro, contra a Portuguesa, pela 29° rodada da Série B.

Ampliação


O Governo do Estado, a construtora Odebrecht e a Prefeitura Municipal de Salgueiro assinaram o convênio para a ampliação do estádio municipal Cornélio de Barros. As obras começaram no último mês de março e elevará capacidade do estádio de 5 mil pessoas para 10.360 torcedores.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) exige o mínimo de 10 mil lugares para os estádios que sediam partidas válidas pelo Campeonato Brasileiro da Série B, enquanto o Cornélio de Barros possuía pouco mais de cinco mil assentos. A ampliação da casa do Carcará está custando R$ 6 milhões, divididos meio a meio entre Governo do Estado e Odebrecht. A prefeitura entrou com o projeto.

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