Exposta publicamente durante o empate sem gols da seleção com Portugal na última sexta-feira, a proteção para as costas usada pelo goleiro Julio Cesar se tornou a polêmica da vez na Copa do Mundo, por supostamente conter componentes metálicos, proibidos pela Fifa. No entanto, a CBF informou que o camisa 1 do Brasil tem aval da entidade para usar o material em campo.
De acordo com o departamento de comunicação da CBF, a parte da peça que pode ser confundida com um metal se trata apenas de uma espécie de zíper de fechamento e que a cinta passa por vistoria da Fifa. A entidade informa ainda que Julio Cesar usa a proteção há mais de dois anos.
Na última sexta durante o empate por 0 a 0 com Portugal, aos 12min do segundo tempo, Julio Cesar teve a proteção para as costas descoberta após dividida com Raúl Meireles dentro da área. Na oportunidade, o goleiro foi atendido em campo pelo médico José Luís Runco e teve a camisa levantada.
Depois do jogo, o titular do gol brasileiro falou superficialmente sobre a cinta, que teria uso mais psicológico do que efetivamente clínico. O jornal ****** publicou neste sábado uma suposta confissão de Julio Cesar sobre a ilegalidade do artigo.
Na última sexta, o médico da seleção também minimizou o uso da cinta de proteção pelo goleiro brasileiro. “É normal. Ele usa há muito tempo”, disse. Durante o atendimento a Julio Cesar, no gramado, Runco percebeu que a cinta estava visível e tratou de abaixar a camisa do goleiro.
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