"Para dirigir o Botafogo, pelo esforço que fizemos nos últimos anos e pela qualidade de nosso elenco, precisamos de um treinador de ponta, que tenha títulos de expressão nacionais e continentais. O Oswaldo realmente se encaixa neste perfil. Embora eu nunca tenha trabalhado com ele, as referências são as melhores possíveis. Mas só gosto de falar de qualquer negociação quando está encerrada", despistou Maurício Assumpção.
O presidente do Botafogo realmente quer um nome de ponta para o clube e descartou contratar treinadores que se destacaram na Série B esse ano, como Gilson Kleina, da Ponte Preta, e Jorginho, da Portuguesa. Outros nomes como René Simões foram oferecidos e descartados.
Oswaldo realmente atende aos requisitos exigidos pelo presidente do Botafogo. Ele começou carreira de técnico no Corinthians em 1999, quando ganhou o Campeonato Paulista e o Campeonato Brasileiro. Em janeiro de 2000 levou o Timão ao maior título de sua história, o Mundial de Clubes da Fifa. Em 2002 ele ganhou o Supercampeonato Paulista pelo São Paulo.
No futebol carioca Oswaldo trabalhou no Fluminense, no Flamengo e no Vasco, que conduziu até à decisão da Copa Mercosul e da Copa João Havelange, em 2000. Porém, largou o time antes da final por se desentender com o então presidente do clube, Eurico Miranda.
Em 2006 dirigiu o Cruzeiro no Campeonato Brasileiro e depois se transferiu para o Kashima Antlers, onde se encontra até hoje, tendo conquistado todos os títulos possíveis pelo time no Japão.
O contrato dele se encerra em 31 de dezembro e, mesmo com convite para renovação, pretende retornar ao Brasil, o que pode pesar a favor do Botafogo.
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